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Prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata.

Texto publicado na coluna Conexão Pompéia, no Caderno + Serra do Jornal O Pioneiro, em 07 de novembro de 2022.

Novembro é celebrado mundialmente como o mês da conscientização a respeito de doenças do homem, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. Esta campanha adquire vários nomes pelo mundo como Novembro Azul no Brasil e “Movember” (Mustache + November) nos países de língua inglesa. Nesses países, a campanha encoraja os homens a deixar o bigode (mustache) crescer para chamar a atenção à saúde masculina.

Conforme dados do INCA, Instituto Nacional de Câncer, foram diagnosticados 68.220 novos casos de câncer de próstata e cerca de 15 mil mortes/ano em decorrência da doença no Brasil, para cada ano do biênio 2018/2019, o que representa 42 homens morrendo por dia, em decorrência da doença e aproximadamente 3 milhões convivendo com ela.

O movimento quer conscientizar, ainda mais, a população masculina sobre a necessidade de cuidar do seu corpo e também da mente. Praticar exercícios, ter uma alimentação equilibrada, parar de fumar, praticar sexo seguro, cuidar da saúde mental e, também, fazer o exame da próstata, periodicamente.

O rastreamento do câncer de próstata envolve o exame do toque retal e um exame de sangue chamado PSA, que devem ser feitos anualmente a partir dos 50 anos ou a partir dos 45 anos em quem tem história familiar dessa neoplasia.

Quando o PSA ou o toque estão alterados, os pacientes eram encaminhados para a realização de uma biópsia que diagnosticava o câncer em cerca de 30% desses pacientes. Entretanto, atualmente existem exames mais detalhados e sofisticados como a Ressonância Magnética multi-paramétrica da próstata, que é realizada diariamente no Hospital Pompéia e permite evitar biópsias desnecessárias nos casos de PSA falsamente elevados.

Existe também uma outra patologia, ainda mais comum, que afeta a grande maioria dos homens: a Hiperplasia Prostática Benigna ou HPB. Após os 40 anos, ocorre o aumento benigno e progressivo da porção central da glândula prostática, que vai obstruindo a uretra (canal entre a bexiga e a ponta do pênis). O jato de urina fica fraco, é preciso fazer um esforço abdominal para esvaziar a bexiga, ou fica uma sensação de esvaziamento incompleto. Aumenta a frequência urinária diurna e noturna, atrapalhando o sono ao se levantar  várias  vezes  à noite para urinar.

A HPB tem hoje várias opções de tratamento. O Hospital Pompéia oferece o tratamento mais moderno e seguro: o HoLEP que utiliza o laser Holmium de alta potência e endoscópios mais finos para retirar toda a porção central da próstata, com alta hospitalar sem sonda em menos de 24 horas. A melhora de muitos sintomas é imediata com risco muito baixo de complicações.

Finalmente, o estilo de vida e outros hábitos saudáveis também são recomendados, como fazer no mínimo 30 minutos diários de atividade física, manter o peso apropriado à altura, identificar e tratar adequadamente hipertensão, diabetes e problemas de colesterol, diminuir o consumo de álcool e não fumar.

Dr. Felipe C. A. Figueiredo é urologista, diretor do Instituto da Próstata Aumentada e se dedica exclusivamente ao tratamento endoscópico da hiperplasia prostática benigna com HoLEP, no Hospital Pompéia.

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