Portas Abertas a Solidariedade

Acolhida...

 

     Esta palavra resume o sentido de existência do Hospital Pompéia. Desde seu nascedouro, a instituição sempre reservou espaços aos pobres. Depois da inauguração do Bloco Central, em 1940, tornou-se uma constante dois ou três andares do edifício, com 40 ou mais leitos, estarem à disposição de pessoas com poucos recursos e asilados.

 

     Com o advento do INPS-INAMPS, e depois SUS, pelo governo brasileiro, o Hospital Pompéia foi o primeiro a aderir ao sistema. As dificuldades do setor, no entanto, nunca foram barreiras intransponíveis ao Pompéia, que organizou-se de forma a atender a saúde pública dentro do seus padrões e de acordo com sua crença.

 

     Durante muitos anos, foi o único Hospital da região nordeste do Rio Grande do Sul, a estar credenciado ao sistema, recebendo a demanda regional enquanto não houvesse outras instituições para auxiliá-lo nessa missão.

 

    Um dos melhores exemplos da importância do atendimento público do Pompéia é o Projeto Amigos do Pompéia, lançado em 2002, com o objetivo de angariar recursos junto à comunidade empresarial para a reforma e modernização de suas instalações na ala do SUS, assim como do Pronto-Socorro.

 

     Em toda a sua historia, passaram pelo Pompéia gerações de médicos, administradores, enfermeiros, técnicos e tantas outras pessoas, a quem o fato de acreditar verdadeiramente na sua filosofia de acolher a todos, garantiram a longevidade do hospital, fazendo-o resistir às intempéries do Tempo, e levando a mensagem a todos de que seu propósito é muito maior do que a ocasionalidade da vida.

 

Você Sabia?

 

Muitos médicos recebiam residência e consultório sem ônus, em troca de assistência gratuita a asilados e indigentes pelo Pompéia.

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Portas Abertas à Solidariedade - 2o andar

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