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27/04/2018

Hospital Pompéia: recordação e oportunidade na vida profissional

No primeiro dia de maio é comemorado o Dia do Trabalho. Atividade, em que muitas vezes, passamos mais tempo nela do que com nossa família, compartilhando momentos profissionais e trocas pessoais. Geralmente, em hospitais nos quais os profissionais trabalham nos fins de semana e feriados, acabam adotando o trabalho, como sua segunda família.

Quem confirma é a técnica de enfermagem Ivone Maria Bortolon. A funcionária mais antiga em atividade da instituição completa em novembro 38 anos de trabalho no Hospital Pompéia. Ivone atua na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Segundo ela, o seu dia envolve cuidados com bebês prematuros, como avaliações, aplicação de medicamentos  e realização de procedimentos de enfermagem. Além de orientações aos pais, especialmente, os de primeira viagem.

“Não me imagino fazendo outra coisa. Gosto de poder ajudar o sofrimento alheio, pois os pais estão muito vulneráveis em ver seu bebê na UTI. É muito bom poder celebrar com eles cada conquista, cada grama que foi ganho ou cada resultado positivo no exame de sangue”, conta Ivone.

Ivone iniciou no Hospital Pompéia aos 19 anos e recorda que o seu primeiro e único emprego gerou muitas lembranças. “Às vezes comento com colegas que alguns procedimentos técnicos que realizamos hoje eram feitos totalmente de outra forma, os equipamentos também foram aprimorando. Todo esse tempo pude perceber de perto muitas mudanças no setor”, recorda Ivone.

Carlos Ednilson de Souza Bock também iniciou sua vida profissional aos 19 anos. Há dois anos começou como Jovem Aprendiz no Hospital Pompéia com o objetivo de adquirir experiência no mercado de trabalho. Um período totalmente proveitoso, conquistando uma oportunidade profissional e a busca por uma carreira.

A rotina, de acordo com ele, era dinâmica. “Pela manhã eu cursava técnico em enfermagem, a tarde atuava como Jovem Aprendiz no setor de faturamento, trabalhando com a revisão de documentos e notas fiscais e a noite, corria para a escola a fim de concluir o 3º ano do ensino médio”, lembra Carlos.

Hoje, o jovem comemora o emprego conquistado no Hospital. Ele atua no Pronto Scorro do Pompéia como técnico de enfermagem auxiliando nos cuidados aos pacientes e espera crescer cada vez mais carregando toda a babagem que trouxe desde o início como Jovem Aprendiz.

Prova disso, é que dentro do universo da saúde, ele descobriu que gostaria de ser médico. Atualmente, faz cursinhos com o objetivo de conquistar uma vaga no curso de medicina. “Quando iniciei no Hospital e fui adquirindo mais informações sobre quais são os procedimentos que deve ter com cada paciente tive a certeza de que é isso que eu quero”, finaliza o jovem.

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