Notícias

10/10/2017

Hospital Pompéia amplia horário de visitação aos pacientes da UTI

O Hospital Pompéia amplia o horário de visita aos pacientes internados na unidade de Terapia Intensiva (UTI). O projeto tem como como foco humanizar o atendimento e aproximar os familiares ao paciente, na perspectiva de que o afeto seja benéfico para a recuperação.

A nova medida vai ao encontro do projeto “UTI Portas Abertas” do Ministério da Saúde e segue um protocolo rígido. Os visitantes precisarão cumprir algumas regras durante o horário, como por exemplo, respeitar o limite de apenas dois familiares que serão selecionados e capacitados; evitar circular pelo hospital, mantendo-se ao lado do paciente, e principalmente, higienizar as mãos com álcool gel reforçando o cuidado com a saúde de quem já está debilitado com a doença.

O novo horário possibilita doze horas de visita aberta (aos familiares previamente selecionados), com início às 9h e encerramento às 21h, e é ofertada para pacientes conscientes, incapacitados de forma permanente ou temporária. O projeto ainda conta com o serviço de psicologia, a fim de contribuir na avaliação e no preparo dos familiares durante a sua permanência na UTI.

De acordo com a coordenadora da Terapia Intensiva (UTI), Camila Deimomi, o horário estendido já é permitido aos pacientes com quadros mais críticos. “Conforme a legislação, as liberações de familiares são realizadas para as pessoas maiores de 60 anos e menores de 18 anos. E também para pacientes com trauma raquimedular por contarem com um período maior de internação”, complementa.

Para viabilizar este serviço, o Hospital dispõe de uma equipe formada por enfermeiro, médico intensivista, psicólogo e assistente social que buscam, ao lado dos familiares, melhorar a qualidade e a eficácia de atenção ao paciente, além de desenvolver seu potencial físico e emocional durante o tratamento.

“As ações oferecidas serão benéficas ao paciente e a família e têm como propósito transformar a unidade em um ambiente acolhedor e afetivo, desmitificando o medo e a visão que eles têm da UTI”, avalia Camila.

 

Compartilhe